Instituições Financeiras e Fintechs – Saiba como se prevenir com golpes no PIX com a solução SaaS do CPqD

Com o aumento das transações digitais, cresce a necessidade de prever vulnerabilidades e aprender rapidamente sobre novas modalidades de infração.

Prever possíveis vulnerabilidades é imprescindível para que as empresas não sofram golpes e acumulem prejuízos. A solução para esse problema é utilizar plataformas tecnológicas que ofereçam respostas inteligentes para superar esses desafios.

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IRI – COSORT entenda porque ele é o melhor

Desde 1978, CoSort atende às crescentes necessidades de manipulação de dados das empresas com instalações de arquivos simples, banco de dados e data warehouse de alto volume. O CoSort também é uma solução preferida para classificação herdada e migrações de dados para Unix e Windows. O IRI trabalhou para tornar o CoSort o produto de classificação comercial mais amplamente licenciado em sistemas abertos e é fortemente focado no desenvolvimento de tecnologias relacionadas à manipulação de dados.

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Motor de Regras

Plataforma Kontrl

O Motor de Regras da be.MAV foi desenvolvido para resolver de forma rápida e simples, para o cliente, problemas de detecção de irregularidades ou alertar de possíveis ações a serem tomadas. 

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Uma tentativa de fraude a cada 17 segundos sem considerar a área da saúde…

“Nos dois primeiros meses deste ano, foram mais de 305 mil tentativas, o que significa que, a cada 17 segundos, alguém tentou roubar dados para efetivar uma fraude e aqui”, segundo os dados.

Nesse caso só tem uma coisa que não pode ser roubado ou clonado, o PERFIL DE USO DO CLIENTE é nisso que a MAV acredita, antifraude com base no PERFIL. Continue lendo “Uma tentativa de fraude a cada 17 segundos sem considerar a área da saúde…”

Prevenção às perdas e fraudes na saúde pode ajudar na rentabilidade

São R$ 14,5 bilhões em contas hospitalares suspeitas de fraude e R$ 11 bilhões em exames laboratoriais fraudados e /ou desperdiçados.

Olhando um artigo recente da saúde “Iceberg dos custos”, que diz:

“Entre 2008 e 2016, o IPCA atingiu 65,2%, contra despesas assistenciais médico-hospitalares per capita da ordem de 142,8%, sendo que o reajuste autorizado pela ANS foi de 104,2%. A conta não fecha”

E vendo um relatório do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar – IESS, 2016, que diz:

“19% dos gastos assistenciais da saúde suplementar no Brasil foram consumidos por desperdícios e fraudes.”

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